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30/05/2024
EMPRESÁRIO E OPERADOR DE MÁQUINAS SÃO MORTOS A TIROS NA ZONA RURAL DE IGARAPÉ DO MEIO
Um empresário identificado como Lindojohnson e um funcionário dele, Fabiano Lima Silva, foram assassinados a tiros na zona rural da cidade de Igarapé do Meio, a 224 km de São Luís. O crime aconteceu na tarde dessa quarta-feira (29), quando as vítimas passavam de carro na área de uma fazenda.
Segundo informações policiais, 0 empresário era da cidade de Santa Luzia e atuava no ramo de aluguel de máquinas pesadas. Já Fabiano era da zona rural de Tufilândia Lindojohnson máquinas. e trabalhava para como operador de
O empresário e funcionário dele estavam passando de caminhonete por uma estrada da zona rural de Igarapé do Meio, quando foram abordados por homens armados, que atiraram na caminhonete,obrigando o empresário a parar o veículo.
Em seguida, os homens mataram as
vítimas dentro do veículo.
Os corpos de Lindojohnson e Fabiano foram encaminhados para o Instituto Médico Legal (IML) de São Luís, para serem periciados.
O caso está sendo investigado pela Delegacia Regional de Santa Inês e ainda não há informações sobre a autoria e motivação do duplo homicídio.
DENÚNCIA/O QUILOMBO ONÇA LUTA E RESISTE CONTRA OS ATAQUES DO LATIFÚNDIO,2 IDOSOS SÃO AMEAÇADOS POR LATIFUNDIÁRIO.
As famílias quilombolas da comunidade Onça, Município de Santa Inês no Maranhão, a 246 km de São Luís, tem sofrido nos últimos anos, ataques de várias ordens perpetrados pelo latifúndio, pela pistolagem e pelo próprio Estado, visto que este jamais resolveu o processo de regularização fundiária do quilombo para entregar a terra de forma definitiva aos seus verdadeiros donos, o povo preto que lá vive, mora e trabalha há séculos.
O território do quilombo Onça tem a certificação da Fundação Palmares desde o ano de 2013. Ainda assim, o Governo Federal, por meio do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária – INCRA, jamais concluiu o processo de titulação das terras pertencentes às famílias. Isso, sem sombras de quaisquer dúvidas, é um álibi para que fazendeiros da região continuem a atacar as famílias do território.
Esta é uma realidade de conhecimento do Poder Judiciário, do Governo do Estado e do Governo Federal, pois, inúmeras vezes, as famílias da localidade e suas organizações, principalmente o Movimento Quilombola do Maranhão - MOQUIBOM e Comissão Pastoral da Terra – CPT, denunciaram a situação para as autoridades públicas competentes. Ainda assim, frente a inoperância dos órgãos do Estado, principalmente do INCRA e da Secretaria de Segurança do Estado, tem crescido a violência contra os quilombolas. Nos últimos meses, foram noticiados inúmeros ataques do latifundiário Franciano e seus pistoleiros, organizados pelo capanga conhecido como George.
Primeiramente, houve o desmatamento de grande área do território, depois a soltura de bois para comer e destruir as roças das famílias, além das constantes ameaças e disparos de arma de fogo nas proximidades das residências dos quilombolas, atormentando crianças, idosos e mulheres.
Na manhã de hoje, 30/05, 02 idosos, moradores do quilombo Onça, que se deslocavam em direção à cidade de Santa Inês, foram surpreendidos, atacados e ameaçados de morte pelo fazendeiro Franciano, pelo pistoleiro George e mais 2 sujeitos, que os quilombolas não conseguiram identificar. O Senhor Antônio Lima Ferreira, 75 anos, recebeu várias coronhadas de arma de fogo na cabeça, que resultou em um grave ferimento com sangramento, sendo levado às presas para o hospital.
Uma delegação dos Fóruns e Redes de Cidadania – FRC, esteve na região nos últimos dias e viu que o clima é tenso. Assim, exigimos do Governo Federal via INCRA a imediata titulação do quilombo Onça, ao mesmo tempo, exigimos do Governo Brandão por meio da secretaria de segurança pública a urgente investigação e a prisão dos responsáveis por este abominável e covarde ataque.
VEJA O VT...
Toda solidariedade aos quilombolas do território Onça!
APÓS CONSERTAREM ALGUNS PONTOS DA ESTRADA POR CONTA PRÓPRIA, MORADORES DA ZONA RURAL RECLAMAM DE ABANDONO EM PRESIDENTE VARGAS,MA
Moradores mostram trecho de estrada rural consertado pelos moradores em Presidente Vargas.
Após consertarem trecho da estrada rural por conta própria para evitar atoleiros e conseguirem que o ônibus escolar entre no povoado, Filomena e escoar a produção, moradores que residem da zona rural de presidente Vargas usaram uma rede social para se queixaram do abandono por parte do executivo municipal na restauração da estrada vicinal.
Na última quarta-feira (29), os moradores nos chamaram para gravar essa ação para mostrar o trabalho concluído de recuperação da estrada, que os próprios moradores bancaram e efetuaram o serviço.
Segundo os moradores, a prefeitura foi avisada sobre a situação crítica da estrada, mas ainda não tomou nenhuma providência, vendo o descaso por parte do poder Público, moradores se mobilizaram e arrumaram pedra para consertar via rural.
Nas imagens, os pais de alunos cobravam uma posição das autoridades do município sobre as péssimas condições precárias da estrada do povoado Filomena em razão das chuvas, criaram-se algumas crateras de devido, uma obra de tubulação mal feita que dificulta ou impossibilitavam o tráfego.
Sabemos das dificuldades, mas infelizmente nosso município não dispõe de grande maquinário e servidores. Temos uma média de 1.600 [mil e seiscentos] quilômetros de estradas rurais, o que com apenas duas equipes demora para atender a todos, relatou.
Mais me saliento a dizer que tem dinheiro para tantas outras coisas e por que não investir na recuperação das estradas vicinais?… ou será que para tomar as medidas cabíveis precisa se que sangue de crianças e jovens sejam derramados para a gestão tomar uma atitude!… digo isso por que na semana passada quase o ônibus virou cheio de alunos triste realidade do nosso município.