07/01/2026

ALÔ,MINISTÉRIO PÚBLICO! DENÚNCIA DE PAGAMENTO IRREGULAR DE ABONO DO FUNDEB EM VARGEM GRANDE: FAMÍLIA DO EX-PREFEITO ENVOLVIDA!

                                                



A população de Vargem Grande, no Maranhão, está em choque após a revelação de uma denúncia que envolve o ex-prefeito Carlinhos Barros (PCdoB) e sua família no recebimento irregular de recursos do Fundeb. A denúncia, que aponta o pagamento de quase R$ 50 mil a familiares do ex-gestor, tem gerado uma grande repercussão e deixado a comunidade clamando por justiça.


O QUE ESTÁ EM JOGO?

O Fundeb, Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica, é uma das principais fontes de financiamento da educação pública no Brasil. 

A sobra desse fundo, por lei, deve ser destinada exclusivamente aos profissionais da educação básica em efetivo exercício. No entanto, em Vargem Grande, uma série de pagamentos suspeitos levantou um verdadeiro alerta: o dinheiro do Fundeb foi destinado a familiares do ex-prefeito, todos sem vínculo com a educação.
Entre os beneficiados estão:

Letícia Dallety da Silva Dias, esposa de Carlinhos Barros, que ocupa o cargo de assessora do município, mas não tem qualquer vínculo com a área educacional. Ela recebeu R$ 7.114,88.

Reginalda Reis da Silva, sogra do ex-prefeito, que recebeu R$ 8.608,38.

Maria Graciete de Oliveira Barros, irmã de Carlinhos, que reside no município vizinho de Presidente Vargas, com um pagamento de R$ 10.271,92.

Géssica Mayra Barros Mendes, sobrinha de Carlinhos Barros, que também foi beneficiada com R$ 7.114,88.

Maria das Graças de Oliveira Barros, mãe do ex-prefeito, aposentada e idosa, que recebeu R$ 12 mil diretamente em sua conta poupança, um valor considerado atípico e altamente suspeito.

IRREGULARIDADE EM MASSA 

A movimentação do ex-secretário municipal de Educação, Nonato Costa, também é um ponto crucial da investigação. Ele teria distribuído mais de R$ 150 mil em apenas um dia, sem qualquer justificativa plausível, entre familiares e servidores, além de indivíduos que podem ser considerados “laranjas”. O que é ainda mais alarmante é que o ex-prefeito Carlinhos Barros continua com grande influência política no município, com o atual prefeito Preto, seu ex-funcionário, assumindo o comando de Vargem Grande, o que pode ter facilitado ainda mais essas manobras.

A REAÇÃO DA POPULAÇÃO E A NECESSIDADE DE AÇÃO 

A comunidade de Vargem Grande está clamando por esclarecimentos e responsabilização dos envolvidos. A denúncia chega ao Ministério Público com a expectativa de que ações sejam tomadas para impedir a continuidade desses abusos. A Polícia Federal, o Ministério Público Federal, o Tribunal de Contas da União e a Controladoria Geral da União precisam se envolver de forma efetiva para garantir que o uso dos recursos públicos seja fiscalizado com rigor.

A indignação dos moradores é palpável, e a pressão por uma investigação rápida e transparente cresce a cada dia. O caso é um claro exemplo de como recursos que deveriam beneficiar a educação pública podem ser desviados para fins pessoais e políticos. O Ministério Público tem o dever de agir e assegurar que os responsáveis por essa irregularidade sejam responsabilizados.

A HORA DE AGIR É AGORA 

Esse é o momento de exigir respostas. Não podemos permitir que o dinheiro destinado à educação pública continue sendo desviado por interesses pessoais. A população de Vargem Grande exige uma ação rápida, contundente e responsável do Ministério Público e das demais autoridades competentes.

Alô, Ministério Público! A comunidade de Vargem Grande precisa de respostas urgentes!


JORNALISTA:JOSINALDO SOARES 

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19/12/2025

🚨 ESCÂNDALO DE MILHÕES: FILHO DO EX-PREFEITO DE NINA RODRIGUES FATURA MAIS DE R$ 4 MILHÕES EM CONTRATOS COM A PREFEITURA EM 2025! 🚨

                    
                           Nina Rodrigues, MA 

O que parecia ser apenas um rumor nas redes sociais agora ganha contornos ainda mais alarmantes. O filho do ex-prefeito de Nina Rodrigues, Raimundo Aguiar Rodrigues Neto (conhecido como Rodrigues da Iara), está no centro de uma polêmica envolvendo contratos milionários com a Prefeitura. Em um primeiro momento, a informação de que ele teria contratos no valor de R$ 1 milhão para fornecimento de combustível foi amplamente divulgada. Porém, após uma minuciosa investigação do Blogdamucambo.com, a verdade parece ser ainda mais impactante: o valor real dos contratos supera a casa dos R$ 4 milhões, só no ano de 2025.



DOCUMENTOS EXCLUSIVOS DA LICITAÇÃO 

O Blogdamucambo.com obteve acesso a documentos oficiais da licitação que envolvem os contratos da Prefeitura com a empresa “Posto Laura”, agora administrada pelo filho do ex-prefeito. Esses documentos revelam a magnitude dos valores envolvidos e as condições suspeitas que cercam o processo. A licitação, que deveria ser conduzida com a máxima transparência e em respeito aos princípios da legalidade, foi marcada por uma série de questionamentos.



A EMPRESA DO “LARANJA ” DO EX-PREFEITO?

A grande questão que paira sobre toda essa operação é: até que ponto a empresa “Posto Laura” realmente pertence ao filho de Rodrigues da Iara ou se, de fato, sempre foi uma fachada do ex-prefeito para continuar controlando os negócios da Prefeitura após o fim de seu mandato? Durante seu tempo à frente da gestão municipal, o posto já faturava milhões fornecendo combustível para a Prefeitura, levantando suspeitas sobre o uso de uma “empresa laranja” para interesses privados.

Agora, com o filho do ex-prefeito assumindo a empresa, fica cada vez mais evidente que os contratos de fornecimento de combustível continuam sendo uma fonte de recursos, no mesmo local e com os mesmos valores, sem que haja uma justificativa plausível para a mudança de responsáveis.



A QUEIMA DO DINHEIRO PÚBLICO?

O que parece ainda mais grave é que os recursos dos contratos com a Prefeitura, destinados ao fornecimento de combustível, podem estar sendo "queimados" em um ciclo vicioso de favorecimento financeiro a uma única família. O que começou como uma prática duvidosa durante o mandato do ex-prefeito, agora se estende para o período de seu sucessor. A interrogação que fica é: até onde vai o envolvimento do poder público com interesses privados de uma mesma família?



O BLOGDAMUCAMBO.COM.COM ESTÁ DE OLHO!

Este escândalo é apenas a ponta do iceberg. O Blogdamucambo.com segue investigando a fundo os contratos e toda a documentação relacionada a essas licitações, com o compromisso de expor tudo para seus leitores e para a população de Nina Rodrigues. As imagens e os documentos da licitação serão divulgados na íntegra nos próximos dias, revelando ainda mais detalhes sobre as transações que envolvem a Prefeitura e a “Posto Laura”.

Acompanhe o Blogdamucambo.com para mais atualizações sobre esse escândalo e outros fatos que impactam a sua cidade.



JORNALISTA:JOSINALDO SOARES 
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16/12/2025

EVENTO NATALINO EM NINA RODRIGUES LEVANTA SUSPEITAS DE IRREGULARIDADES EM LICITAÇÃO E OMISSÃO DO LEGISLATIVO. .

                   Nina Rodrigues (MA)

A realização da chamada Grande Noite Natalina, promovida pela Prefeitura de Nina Rodrigues no dia 12 de dezembro, está no centro de uma grave controvérsia envolvendo suspeitas de irregularidades em processo licitatório, possível superfaturamento e questionamentos quanto à atuação do Poder Legislativo municipal.

De acordo com informações obtidas a partir de documentos oficiais e registros do sistema de compras públicas, o Pregão Eletrônico nº 59/2025, destinado à contratação da empresa responsável pela estrutura e decoração natalina, ainda estava em andamento no próprio dia do evento, não havendo, até o fim do dia 12, a finalização formal do certame.

Mesmo assim, a praça municipal já se encontrava completamente estruturada para o evento, o que levanta indícios de que os serviços possam ter sido executados antes da conclusão legal do processo licitatório, prática vedada pela legislação vigente, especialmente pela Lei nº 14.133/2021, que rege as licitações e contratos administrativos.

VALORES ELEVADOS CHAMAM ATENÇÃO 

Outro ponto que causa perplexidade refere-se aos valores contratados, considerados elevados quando comparados aos preços praticados no mercado. Entre os itens que despertam questionamentos estão:

Árvore de Natal instalada na praça municipal ao custo de R$ 37.000,00;

Letreiros “Feliz Natal”, adquiridos pelo valor de R$ 2.844,00 por unidade.

O contrato firmado atinge o montante total de R$ 113.274,00, valor que, segundo análises preliminares, merece apuração técnica detalhada para verificação de eventual superfaturamento e possível dano ao erário.

DOCUMENTOS:

https://drive.google.com/file/d/1_sAt3ZwzAziQcCLew-FXKjFQcwP3t7m-/view?usp=drive_link

ATUAÇÃO DO LEGISLATIVO E POSIÇÃO DA OPOSIÇÃO.

No âmbito da Câmara Municipal, a reportagem apurou que o vereador Thalyson Berg, conhecido como “A Voz do Povo Na Câmara”, único parlamentar de oposição, não é conivente com as práticas atribuídas à gestão municipal e tem se posicionado de forma crítica quanto aos atos do Executivo.

Por outro lado, os demais oito vereadores, que integram a base aliada do prefeito Jones Braga, não anunciaram até o momento medidas fiscalizatórias públicas, como requerimentos de informação, convocações ou abertura de procedimentos de apuração, o que tem gerado questionamentos na sociedade sobre a efetividade do controle legislativo no município.

Órgãos de controle serão acionados

Diante da gravidade dos fatos, as informações estão sendo encaminhadas ao Ministério Público e ao Tribunal de Contas do Estado (TCE), para que sejam apurados possíveis indícios de:

Direcionamento de licitação;

Execução contratual antes da conclusão do processo licitatório;

Superfaturamento;

E eventual prática de atos de improbidade administrativa.

Caso as irregularidades sejam confirmadas, os responsáveis poderão responder nas esferas administrativa, civil e penal, conforme prevê a legislação.

A reportagem permanece aberta para manifestações da Prefeitura de Nina Rodrigues, da Câmara Municipal e dos vereadores citados, em respeito ao direito ao contraditório e à ampla defesa.

JORNALISTA:JOSINALDO SOARES 

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04/12/2025

ATENÇÃO MINISTÉRIO PÚBLICO! SECRETÁRIA MUNICIPAL DE NINA RODRIGUES ESTÁ NA LISTA DE BENEFICIÁRIOS DO PROGRAMA MARANHÃO SEM FOME: QUESTIONAMENTOS SOBRE ÉTICA E TRANSPARÊNCIA.

                                 
                                                                Nina Rodrigues (MA) 

Uma situação que está gerando indignação entre os moradores de Nina Rodrigues e levantando questões sobre a ética na administração pública do município. A Secretaria Municipal do Meio Ambiente, Francinalda da Luz Paixão, aparece na lista de beneficiários do programa Maranhão Sem Fome, destinado a famílias em situação de extrema pobreza, com renda inferior a R$ 218,00 mensais.
                                 
O programa, que visa apoiar os cidadãos mais vulneráveis, tem sido alvo de críticas quando se depara com a revelação de que uma secretária municipal, com um salário de R$ 5.050,00, esteja recebendo um benefício originalmente destinado a pessoas em condições de pobreza extrema.

Benefício Duplo?

Além de figurar no programa Maranhão Sem Fome, muitos especulam que Francinalda da Luz Paixão também possa estar recebendo o Bolsa Família, um benefício igualmente direcionado a famílias de baixa renda. Com um salário considerável para os padrões locais, essa possível acumulação de benefícios levanta sérias dúvidas sobre a justiça e a transparência nos processos de distribuição de assistência social.

                               
Para muitos cidadãos, a situação é difícil de entender. "Como pode uma pessoa com um salário de R$ 5.050,00 precisar de um auxílio que é destinado a quem realmente não tem condições de sobreviver?", questiona um morador do município, que preferiu não se identificar por temer represálias.
                                

Falta de Exemplos na Administração Pública

Essa denúncia coloca em foco a necessidade de mais responsabilidade e transparência por parte dos gestores públicos. O prefeito de Nina Rodrigues, que possui uma grande responsabilidade sobre a administração municipal e as ações de seus secretários, é questionado sobre o exemplo que está sendo dado. Afinal, como é possível cobrar ética e honestidade de um secretariado que se utiliza de programas destinados aos mais necessitados, quando deveria ser um exemplo de responsabilidade pública?

                                

Além disso, a população de Nina Rodrigues exige mais esclarecimentos sobre a utilização de recursos públicos e a destinação de benefícios sociais, principalmente quando há dúvidas sobre a legalidade e a moralidade dessas concessões.

Ação do Ministério Público

Diante da gravidade dos fatos, o Ministério Público Estadual (MPE) de Nina Rodrigues e outros órgãos de controle devem ser acionados para investigar a situação. A população local espera que a denúncia seja apurada com a seriedade necessária e que os responsáveis, caso haja irregularidades, sejam devidamente responsabilizados.


O Maranhão Sem Fome é um programa importante para a redução da fome e da pobreza no estado, e deve ser aplicado de maneira justa, para que aqueles que realmente necessitam sejam beneficiados. No entanto, a inclusão de pessoas com um salário considerável nas listas de beneficiários levanta sérias questões sobre o controle e a fiscalização do programa.

A denúncia foi feita pelo vereador Thalyson Berg, conhecido como "A Voz do Povo na Câmara", que cobrou maior transparência e responsabilidade da administração municipal, destacando que a situação precisa ser investigada para garantir que os recursos públicos sejam utilizados corretamente.
VT.....

A comunidade de Nina Rodrigues está atenta, esperando por respostas que tragam clareza a essa situação. O que está em jogo, acima de tudo, é a confiança da população em sua administração pública e no compromisso com a justiça social.

                                                      JORNALISTA:JOSINALDO SOARES 
                                                                 REGISTRO:0001662/MA
                                            FONTE/BLOGVALEDOITAPECURU.COM.BR

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03/10/2025

NINA RODRIGUES ESCÂNDALO: DINHEIRO DAS OBRAS SUMIU E PREFEITO É APONTADO COMO CONIVENTE!

A paciência do povo tem limite! Enquanto milhões em recursos federais chegam ao município para custear obras públicas, os trabalhadores seguem sendo tratados como escravos modernos, sem direitos, sem respeito e muitas vezes sem sequer receber o que lhes é devido.

Alguém está roubando o futuro desses trabalhadores! E esse alguém com certeza não é quem pega no pesado todos os dias de sol a sol.

O prefeito Jones Braga tem sido conivente com esse esquema vergonhoso de desvios, fechando os olhos e assinando embaixo de um projeto criminoso que enriquece poucos e humilha quem realmente trabalha.
Enquanto isso, o povo sofre com salários atrasados, direitos negados e condições de trabalho desumanas — um retrato vergonhoso da incompetência e da corrupção que tomaram conta da atual gestão.

Não aceitaremos calados! Nossa luta não é apenas por salários ou direitos, é por justiça, dignidade e respeito ao trabalhador.
E que fique claro: vamos cobrar investigação, vamos expor os culpados e vamos lutar até que cada centavo desviado seja devolvido ao povo.
VT...

Seguiremos firmes!
Porque a voz do trabalhador não vai ser calada e os responsáveis por esse roubo serão responsabilizados!

– THALYSON BERG
📢 A VOZ DO POVO NA CÂMARA!

JORNALISTA:JOSINALDO SOARES 
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FONTE/BLOGVALEDOITAPECURU.COM.BR 

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24/09/2025

DENÚNCIA/PREFEITURA DE NINA RODRIGUES É ACUSADA DE USAR MADEIRA ILEGAL EM OBRA PÚBLICA VEJAM O VÍDEO ABAIXO.

       JORGE                        
  

A Prefeitura Municipal de Nina Rodrigues está sendo alvo de críticas após a realização de uma reforma no curral do matadouro municipal com o uso de madeira sem procedência comprovada. A denúncia levanta a suspeita de crime ambiental, já que a legislação brasileira exige documentação e autorização específicas para a extração, transporte e utilização de produtos florestais.
De acordo com moradores e lideranças locais, a situação gera ainda mais revolta pelo fato de que agricultores e pequenos produtores rurais frequentemente enfrentam fiscalização rigorosa e penalidades severas quando utilizam madeira retirada de suas propriedades. A crítica é de que, enquanto o cidadão comum sofre com a aplicação rígida da lei, o próprio poder público estaria descumprindo as normas ambientais que deveria zelar e fazer cumprir.
Para o vereador Thalyson Berg, que levou o caso à Câmara Municipal, a situação representa um desrespeito à legislação e um mau exemplo para a população.
> “Dois pesos e duas medidas não podem continuar. Se a lei vale para o agricultor, tem que valer também para a prefeitura”, afirmou o parlamentar.
O caso deve agora ser acompanhado pelos órgãos ambientais competentes, que poderão abrir investigação para apurar possível responsabilidade da administração municipal no uso irregular de recursos florestais.
VT...



⚖️ O que diz a lei

De acordo com a Lei de Crimes Ambientais (Lei nº 9.605/1998), a utilização de madeira sem origem legal comprovada é considerada crime. A pena pode variar de detenção de seis meses a um ano, além de multa e apreensão do material utilizado. Caso a infração seja cometida por agente público ou em obra financiada com recursos públicos, a responsabilidade pode ser agravada, e os envolvidos podem ainda responder por improbidade administrativa.

JORNALISTA:JOSINALDO SOARES 
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02/08/2025

ARTISTAS ACIONAM MINISTÉRIO PÚBLICO CONTRA EDUARDO BRAIDE POR DESTRUIÇÃO DE MURAL DE PÉRICLES ROCHA.

Doze profissionais ligados às artes e à cultura maranhense protocolaram uma notícia de fato no Ministério Público do Maranhão contra Eduardo Braide (PSD), acusando o prefeito de São Luís de destruir irreversivelmente um mural histórico do renomado artista plástico maranhense Péricles Rocha durante obras de revitalização no Elevado Newton Bello, conhecido como “Elevado da Cohab”.

Protocolada nesta sexta-feira (1⁰), a denúncia aponta que a obra artística de 2001, criada em técnica de baixo-relevo e retratando elementos do ecossistema marinho local, foi completamente encoberta por pastilhas e revestimentos padronizados durante as intervenções urbanas realizadas pela gestão municipal.

O mural, concebido durante o governo de Roseana Sarney (MDB) no contexto da reurbanização da Avenida São Luís Rei de França, representava com “fidelidade poética as raízes do manguezal, patrimônio vivo da natureza e da alma maranhense”, segundo descrevem os denunciantes no documento.

Natural de Codó e falecido em junho de 2023 aos 76 anos, Péricles Rocha foi um dos maiores nomes das artes plásticas maranhenses. Cursou escultura na Escola Nacional de Belas Artes, no Rio de Janeiro, entre 1967 e 1971, com bolsa de estudos concedida pelo Governo do Maranhão, e deixou obras espalhadas por diversos pontos importantes de São Luís, incluindo o Aeroporto Marechal da Cunha Machado, o Palácio dos Leões e o Tribunal de Justiça do Maranhão.

Os denunciantes afirmam que o mural apagado, “embora visivelmente coberto por poeira e resíduos acumulados em razão do tempo e do tráfego intenso, não apresentava qualquer indício de deterioração estrutural que inviabilizasse sua manutenção, restauração ou conservação”. Para eles, não se tratava de “matéria perdida, mas de história soterrada por cimento”.

A denúncia aponta pelo menos quatro tipos de violações cometidas por Eduardo Braide:

Patrimônio cultural: O documento cita a violação ao artigo 216 da Constituição Federal, que estabelece a proteção do patrimônio cultural brasileiro, e à Lei 9.605/98, que tipifica como crime a destruição de bem especialmente protegido.

Direitos autorais: A cobertura da obra configura violação aos direitos morais do artista previstos na Lei 9.610/98, especialmente o direito à integridade da obra. Como Péricles Rocha já faleceu, esses direitos passaram aos seus herdeiros, que não foram consultados.

Improbidade administrativa: Os denunciantes apontam violação aos princípios da moralidade, impessoalidade e legalidade administrativa, previstos na Lei 14.230/21, que alterou a Lei 8.429/92, conhecida como Lei de Improbidade Administrativa.

Falta de transparência: A suposta ausência de informações no Portal da Transparência sobre a contratação da empresa responsável pela intervenção urbana pode configurar violação aos princípios constitucionais da publicidade e transparência.

Motivação política

Um dos aspectos mais graves apontados na denúncia é o possível caráter político da ação. Os noticiantes sugerem que o encobrimento do mural teria como objetivo promover a imagem pessoal do prefeito, cuja identidade visual foi aplicada sobre os vestígios da arte destruída.

“Num cenário político em que se especula o lançamento de pré-candidatura ao Governo do Estado do Maranhão pelo noticiado, não se pode ignorar o caráter eleitoral subliminar da medida, travestida de urbanismo, mas plena de vaidade política”, afirma o documento.

A denúncia também destaca que as obras originárias do elevado foram executadas pelo governo estadual e posteriormente transferidas à gestão municipal, que passou a ter a responsabilidade de guardar, manter e preservar o equipamento urbano.

Os 12 signatários da notícia de fato são Glenda Carvalho Rocha de Oliveira, perita criminal e gestora do Instituto Péricles Rocha; Regina Maria Oliveira Borba, artista plástica; Gilmartim Meneses da Silva, artista plástico e grafiteiro; Safira Rego Lopes, professora; Emyla Mayara Lopes da Silva, artista plástica e grafiteira; Antonio Romildo Araujo Rocha, artista plástico e designer; Reylton Rafael Rosa Reis, pesquisador e memorista; José Aquiles Sousa Andrade, arquiteto urbanista e professor universitário; Odla Cristianne Patriota Albuquerque, professora; José de Ribamar Matos Júnior, professor e artista plástico; Kelvin Vale dos Anjos, artista plástico; e Eduardo Moura da Silva, fotógrafo.

Os denunciantes solicitam ao Ministério Público a instauração de procedimento investigatório contra Eduardo Braide, com responsabilização administrativa, civil e criminal do prefeito, além da oitiva de especialistas do Iphan (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional) e Conselho Estadual de Cultura para dimensionar o impacto da destruição. 

Pedem também apuração de eventual dano ao erário decorrente da substituição de arte pública por revestimentos pagos com recursos municipais, investigação específica sobre uso de recursos públicos destinados à manutenção de viadutos e elevados da cidade, recomendação para cessar obras que afetem bens culturais sem análise prévia e divulgação ampla das medidas adotadas.

O Atual pediu um posicionamento a Eduardo Braide e à Prefeitura de São Luís sobre as acusações, e aguarda retorno.

JORNALISTA:JOSINALDO SOARES 

REGISTRO:0001662/MA

FONTE/BLOG ATUAL7

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31/07/2025

‘PRECISO DAQUELE NEGÓCIO PROMETIDO’; LEIA DIÁLOGOS DE DESEMBARGADOR DO MA ACUSADO DE VENDA DE SENTENÇAS.

 O desembargador Antonio Pacheco Guerreiro Júnior, do Tribunal de Justiça do Maranhão, participou da negociação da venda de sentenças de ‘forma colegiada’, segundo a Procuradoria-Geral da República. Na denúncia de 313 páginas contra quatro desembargadores, um deles já aposentado, e dois juízes de primeiro grau, todos alvos da Operação 18 Minutos, a Procuradoria sustenta que Guerreiro Júnior orientava seu assessor, Lúcio Fernando Penha Ferreira, para ‘negociar com advogados e lavar o dinheiro proveniente de corrupção’.

O Estadão pediu manifestação do Tribunal e dos magistrados citados. O espaço está aberto.

Segundo a investigação, Guerreiro Júnior atuou em parceria com os desembargadores Nelma Sarney – cunhada do ex-presidente José Sarney -, Luiz Gonzaga Almeida Filho e Marcelino Everton Chaves (aposentado), para condenar o Banco do Nordeste ao pagamento de valores milionários em favor de advogados que pagavam propinas. Além dos desembargadores, o esquema contava com os juízes Alice de Souza Rocha e Cristiano Simas de Souza, diz a Operação 18 Minutos. Três ex-assessores dos desembargadores e treze advogados também são acusados. Ao todo, são 29 denunciados pela PGR ao Superior Tribunal de Justiça.

A Operação 18 Minutos foi desencadeada em agosto do ano passado, por ordem do ministro José Otávio de Noronha, do STJ. O nome da investigação se refere ao tempo que o grupo levava entre a decisão e o saque de valores milionários.

Os investigadores sustentam que ‘Guerreiro Júnior aderiu à organização criminosa e atuou por intermédio de seu assessor, Lúcio Ferreira, mencionado em matérias jornalísticas como servidor ostentação, em razão do padrão de vida incompatível com a função pública exercida’.

A Polícia Federal recuperou mensagens via WhatsApp de Lúcio Ferreira com Guerreiro Júnior. O conteúdo dos diálogos levou a PGR a concluir que no TJ do Maranhão operou ‘um verdadeiro esquema de mercancia de decisões’, dividido em três núcleos – judicial, causídico e operacional.

“Sob a supervisão e coordenação de Antônio Pacheco Guerreiro Júnior, o servidor Lúcio negociou as vantagens indevidas com os agentes corruptores, redigiu as decisões assinadas pelo desembargador e atuou como operador financeiro de seu chefe”, afirmam os investigadores.

Segundo a Operação 18 Minutos, Lúcio ‘movimentou milhões de reais, em suas contas pessoais e de pessoa jurídica interposta, a fim de ocultar e dissimular o repasse de vantagens indevidas para seu chefe’.

“Com o dinheiro obtido no esquema criminoso, Lúcio adquiriu patrimônio milionário, absolutamente incompatível com a sua renda de funcionário do Tribunal de Justiça do Maranhão”, afirma a investigação.

Segundo a Polícia Federal, o outro elo de Lúcio para executar a venda de decisões foi o advogado Carlos Luna, do escritório Maranhão Advogados, que mantinha uma ação contra o Banco do Nordeste.

A origem do esquema, segundo a PF, é o advogado Francisco Xavier, que trabalhou no banco e ajuizou ação requerendo um valor de R$ 12 milhões, segundo ele relativo a honorários por sua atuação em causas da instituição financeira.

Em 4 de maio de 2021, o ‘colegiado’ – Guerreiro, Nelma e Gonzaga -, por unanimidade, de forma contrária ao parecer do Ministério Público, acolheu recurso de Xavier para afastar a prescrição e fixar os honorários advocatícios em 10% sobre acordo celebrado na execução de título extrajudicial.

‘PRECISO DAQUELE NEGÓCIO PROMETIDO’
A PF rastreou as decisões judiciais negociadas e proferidas em três datas: 4 de maio de 2021, de forma ‘colegiada’ por Guerreiro, Nelma Sarney e Luiz Gonzaga em uma apelação cível; em 27 de fevereiro de 2022, pela juíza Alice de Souza; e em 17 de março de 2023, pelo juiz Cristiano Simas.

Em novembro de 2023, Guerreiro Júnior solicita um encontro “com muita confidência” e “silenciosamente”. “Bom dia, amigo! Tudo em andamento. Muita dificuldade. Falaremos pessoalmente no sábado à tarde (…) Preciso daquele negócio prometido de Luna…”.

“A pessoa referida no diálogo (‘Luna’) é o advogado Carlos Luna, e a preocupação do desembargador com a confidencialidade do assunto evidencia que o ‘negócio prometido de Luna’ refere-se a uma vantagem indevida”, sustenta a PGR.

Os diálogos resgatados pelos investigadores indicam que o assessor cobrou Luna:

“Carlinhos, falando em honorários… como andam as coisas?”

A Procuradoria destaca que, na época dessa troca de mensagens, Guerreiro estava afastado temporariamente do cargo pelo Conselho Nacional de Justiça, “o que reforça a manutenção das atividades da organização criminosa mesmo após o afastamento”.

R$ 12 MILHÕES
O caso teve início em 1983. Em 1997, o advogado Francisco Xavier — que havia trabalhado no Banco do Nordeste — ajuizou uma ação contra a instituição. Ele requereu o pagamento de valores referentes a uma suposta atuação sua em uma ação em nome da instituição. Em 2014, a título de acordo extrajudicial, Xavier e seus representantes do escritório Maranhão Advogados alegaram que ele tinha um saldo a receber do banco de R$ 12 milhões.

Em 2015, a 7ª Vara Cível do Termo Judiciário da capital maranhense identificou que o pedido do advogado induzia a erro, ao fazer uma atualização incorreta dos valores de cruzeiros para reais. Segundo o setor de contadoria, o saldo remanescente seria de R$ 51,9 mil.

No Tribunal, o caso foi julgado pela 2.ª Câmara Cível, composta por Guerreiro, relator, Nelma Sarney e Luiz Gonzaga. Segundo a Procuradoria, após o pagamento de propina pelo advogado, Guerreiro votou para determinar o pagamento dos honorários inflados. Ele foi seguido pelos colegas.

“As provas demonstram claramente que os votos dos três desembargadores foram proferidos com infração de dever funcional, em razão da solicitação e do efetivo recebimento de vantagens indevidas”, narra a PGR.

‘DORMIRAM NO PONTO AÍ’
Em outro diálogo interceptado pela PF, o assessor Lúcio Ferreira faz menção a outros casos que tratava diretamente com o advogado Carlos Luna. Para os policiais, a conversa ‘ratifica que o assessor e seu chefe, Guerreiro Júnior, não negociaram apenas o voto na apelação cível nº 34.227/2019, mas efetivamente aderiram à organização criminosa e venderam diversas outras decisões’.

Nesse sentido, Lúcio deu orientações a outro advogado, José Helias Sekeff, ligado a Luna, ‘sobre como proceder em outro processo’.

“Ia dar a decisão agora (…) Tentar prejudicar o MS (mandado de segurança) cara! (…) Dormiram no ponto aí!”

“Não bastasse a combinação de versões entre as decisões e as manifestações processuais dos advogados, há evidências que Guerreiro Júnior e Lúcio, inclusive, redigiram minutas de peças para a organização criminosa”, crava a denúncia assinada pela subprocuradora Luiza Cristina Frischeisen.

Em dados armazenados na pasta de rede do gabinete do desembargador, no servidor eletrônico do Tribunal do Maranhão, foi encontrada uma minuta, sem identificação do subscritor, de contrarrazões do advogado Francisco Xavier no processo contra o Banco do Nordeste.

“Não se trata de uma manifestação extraída de um processo judicial, mas de uma minuta, em formato editável, o que indica com clareza que no gabinete de Guerreiro Júnior eram feitos ajustes nas petições dos integrantes do núcleo causídico da organização criminosa, fato corroborado pelas mensagens”, diz a PGR.

‘ESSE AÍ JÁ PEGOU MUITA $’
Segundo a investigação, os próprios membros do escritório Maranhão Advogados comentavam, em conversas privadas, o recebimento de vantagens indevidas por Lúcio Ferreira. Uma advogada do escritório, Emanuelle Martins, em conversa com uma interlocutora chamada Sara, comentou sobre a notícia de exoneração do assessor. ‘Esse aí já pegou mta $ (figura de um saco de dinheiro)’.

Para a Procuradoria, ‘não há como dissociar as condutas de Lúcio e de Guerreiro em relação à solicitação de vantagens indevidas, pois, como visto, o desembargador tinha absoluta ciência das ações de seu assessor e claramente coordenava as negociações criminosas’.

“As tratativas ilícitas recorrentes entre Guerreiro, Lúcio, Carlos Luna e José Helias Sekeff, somadas aos numerosos atos de lavagem de dinheiro, evidenciam que, apesar de não terem sido habilitados nos autos da apelação cível nº 34.227/2019147, os advogados efetivamente ofereceram e pagaram vantagem indevida para os desembargadores, para determiná-los a praticar atos de ofício no processo em questão (votos favoráveis)”, afirma a Procuradoria.

Os investigadores rastrearam o fluxo financeiro dos advogados Carlos Luna e José Helias Sekeff entre 12 de março de 2020, data do parecer desfavorável do Ministério Público, e 27 de abril, quando teve início a sessão de julgamento da apelação.

Naquele período, Luna e Sekeff – ‘pessoalmente e por meio de seu escritório’ (Felipe Ramos Sociedade Individual de Advocacia – ‘sacaram milhares de reais, fracionados em centenas de operações no valor de R$ 9.999,99’. Parte do dinheiro sacado em espécie pelos advogados foi entregue pessoalmente para Guerreiro e Lúcio, destaca a Operação 18 Minutos.

‘SAFADO’, ‘VAGABUNDO’
O inquérito 18 Minutos destaca que pessoas ligadas ao escritório Maranhão Advogados confirmaram pagamentos para Lúcio Ferreira. Em uma conversa entre Eliane e Fabrício Ramos, respectivamente, mulher e filho de Francisco Xavier, há menções diretas a repasses para o assessor do desembargador Guerreiro Júnior.

Na ocasião, Fabrício Ramos reclamou de uma decisão liminar do magistrado que favorecia o Banco do Nordeste no processo contra o advogado Francisco Xavier, após a liberação de um segundo alvará, de R$3,5 milhões. Fabrício disse que o assessor Lúcio estava ‘pressionado’ por investigações do Tribunal em processo administrativo.

“Aquele último agora. Foi até esse Cristiano Simas que o liberou. Dos três… três e pouco né que ele recebeu. Esse Lúcio é safado, vagabundo. Esse cara só visa dinheiro. Como ele está sendo processado, denunciaram ele, aí ele quer se livrar, tá com medo, entendeu? Vagabundo”.

Eliane, então, pergunta se houve pagamento para Lúcio. ‘Recebeu ou não? Tu não me disse’

Fabrício : ‘Recebeu, foi aquele último’

“Verifica-se, portanto, que em conversas privadas, os próprios membros da organização criminosa admitiram o pagamento de vantagens indevidas a Lúcio Ferreira, o qual, por sua vez, se enriqueceu ilicitamente e também as repassou ao desembargador Guerreiro Júnior, por meio de dinheiro em espécie”, diz a subprocuradora Luiza Frischeisen.

COMBINAÇÃO DE VOTOS
De acordo com a acusação, Lúcio também mantinha contato com a assessora da desembargadora Nelma Sarney, Zely Brown, para combinar votos na 2.ª Câmara Cível do Tribunal.

Os investigadores citam um pedido do gabinete de Nelma para que Guerreiro Júnior acompanhasse a desembargadora em um processo no qual ela abriria divergência.

Segundo as mensagens, a relatora do caso nem tinha disponibilizado sua manifestação, mas Nelma já pedia o ‘apoio’ de Guerreiro Júnior para que votasse pelo improvimento do recurso.

SERVIDOR OSTENTAÇÃO
A denúncia cita que Lúcio Ferreira possui bens incompatíveis com sua função pública na Corte estadual, ao passo que ficou conhecido como ‘servidor ostentação’.

Para a PGR, o patrimônio de Lúcio cresceu quando ele foi nomeado assessor do desembargador Guerreiro Júnior. Os investigadores identificaram, em meio a buscas nos endereços do assessor, relógios caros e veículo importado. Ele comprou um apartamento de R$ 3,4 milhões à vista.

“Lúcio Ferreira obteve um acréscimo patrimonial astronômico, justamente em razão das tratativas ilícitas recorrentes com os demais membros da organização criminosa e dos numerosos atos de lavagem de dinheiro”, sustenta a denúncia. (Do Estadão)

JORNALISTA:JOSINALDO SOARES REGISTRO:0001662/MA

FONTE/DO ESTADÃO 


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17/07/2025

DENÚNCIA: EXONERAÇÃO DE DIRETORES ELEITOS EM MAGALHÃES DE ALMEIDA LEVANTA SUSPEITAS DE INTERFERÊNCIA POLÍTICA NA EDUCAÇÃO.

Denúncia: Exoneração de Diretores Eleitos em Magalhães de Almeida Levanta Suspeitas de Interferência Política na Educação


Magalhães de Almeida, MA – A professora Paula Fabrícia, Tairo Aguiar e Mara Portela, eleitos pela comunidade escolar para gerir a escola C.E. Prefeito Dionílio Gonçalves Costa, em Magalhães de Almeida, foram exonerados do cargo sem justificativa legal. A decisão levanta sérias dúvidas sobre a autonomia da gestão escolar e a real intenção por trás das exonerações.
E o mais grave é que o documento de exoneração alega que o desligamento ocorreu “a pedido”, o que é veementemente negado pelos gestores exonerados. Em momento algum solicitaram tal medida” e vale ressaltar que cumpriram todos os requisitos do edital de eleição e exercem suas funções sem qualquer desabono.
A exoneração de gestores eleitos por votação da comunidade escolar, sem que haja motivos claros e transparentes, gera um questionamento crucial: para que serve a eleição de diretores se o governo pode simplesmente desconsiderar a escolha popular? A situação aponta para uma possível interferência política na gestão das escolas, desrespeitando o processo democrático e a vontade da comunidade.
Esta exoneração tem tudo para ser motivada por interesses políticos, o que é lamentável para a educação. Esta ação configura um flagrante atoe de ilegalidade e um retrocesso na busca por uma educação pública de qualidade e desvinculada de interesses partidários.
A comunidade escolar de Magalhães de Almeida aguarda esclarecimentos e espera que a verdade sobre essas exonerações venha à tona, garantindo a autonomia e a transparência na gestão educacional.

https://drive.google.com/file/d/1-tYWD-2v1zHfPlKRV6THn_BZZlQp0NdP/view?usp=drive_link

https://drive.google.com/file/d/1MmGj-KfJR7PbQkymIGaOXgF3_P19EzOb/view?usp=drive_link

   


JORNALISTA:JOSINALDO SOARES 
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14/07/2025

FANTÁSTICO: VÍDEOS INÉDITOS MOSTRAM BRIGA ENTRE LIDERANÇAS DO PCC.

Reportagem Fantástico.
Uma briga silenciosa, travada nos bastidores, está rachando o Primeiro Comando da Capital (PCC), a facção criminosa que nasceu em presídios paulistas e ganhou dimensão internacional. O Fantástico teve acesso a vídeos inéditos que revelam a rivalidade dentro da cúpula da facção, expondo os impactos dessa disputa pelo poder para a segurança pública. 

A fissura principal aconteceu a partir de uma grave acusação de "caguetagem" (delação), um crime inaceitável no mundo do crime. Abel Pacheco, conhecido como Vida Loka, um criminoso com longo histórico no PCC, acusa Marcos Willians Camacho, o Marcola – número 1 da facção – de ter entregado Roberto Soriano, o Tiriça, outro nome de peso no PCC.

Vida Loka e Soriano reagiram após ouvirem uma gravação de uma conversa de Marcola com o chefe de segurança do Presídio Federal de Porto Velho, em 2022, na qual Marcola dá a entender que Soriano seria o responsável pelas mortes de funcionários penais federais. "O mundo do crime tem sua ética. Nós excluímos Marcola do mundo do crime. O crime de São Paulo não merecia passar por essa vergonha", disse Vida Loka.

O confronto foi exposto publicamente no início de junho, durante o júri em que Soriano esteve no banco dos réus pela execução do policial penal federal Alex Belarmino. Este é o assassinato que, segundo as acusações, teria sido delatado por Marcola. Alex Belarmino morreu em 2 de setembro de 2016, a caminho do trabalho na Penitenciária Federal de Catanduvas, no Paraná. Nove meses depois, em maio de 2017, uma psicóloga da prisão, Melissa de Almeida Araújo, também foi morta quando chegava em casa.

Veja a reportagem do Fantástico:

JORNALISTA JOSINALDO SOARES 
REGISTRO:0001662/MA
FONTE/G1.

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01/07/2025

FREUDE BILIONÁRIA NO SEGURO-DEFESO NO MA: INSS PAGA BENEFÍCIO A MILHARES DE PESCADORES FANTASMA.

A atuação de intermediários e colônias de pescadores

 Um dos principais programas de assistência a trabalhadores da pesca artesanal no Brasil, o seguro-defeso do INSS, está sendo utilizado de forma fraudulenta em diversos municípios, com pagamentos milionários direcionados a pessoas que não exercem a atividade. Investigações apontam que as fraudes são recorrentes em estados como Maranhão e Pará, onde a quantidade de pescadores cadastrados não corresponde à produção pesqueira local. O desvio mensal do seguro-defeso pode chegar a R$ 130 milhões, com a Polícia Federal apurando o envolvimento de federações e colônias de pescadores nos esquemas fraudulentos.

O total de registros no RGP (Registro Geral da Pesca) saltou de 1 milhão em 2022 para 1,7 milhão até maio de 2025 — um acréscimo de 500 mil cadastros em menos de um ano. A escalada foi impulsionada por entidades conveniadas ao INSS, muitas delas já investigadas por fraudes. O Maranhão concentra um terço desses registros, com cerca de 590 mil pescadores inscritos. O estado é seguido pelo Pará, com 347,5 mil.

Apesar do número expressivo de cadastros, a produção de pescados não acompanha esse crescimento. O Maranhão, por exemplo, ocupa apenas a sexta posição na produção nacional, com 50,3 mil toneladas em 2022. O Pará, segundo maior em número de pescadores, produziu ainda menos: 25,1 mil toneladas. Para efeito de comparação, o Paraná, líder nacional, produziu 194,1 mil toneladas.

Além disso, há outros indícios de irregularidade: o Maranhão possui apenas 621 embarcações cadastradas para pesca e não registra nenhuma empresa pesqueira — um contraste gritante com Santa Catarina, que possui 218.

A distorção se repete em municípios como São Sebastião da Boa Vista (PA), Boa Vista do Gurupi (MA), Cedral (MA) e Ponta de Pedras (PA), onde os registros de pescadores superam 30% da população adulta, conforme cruzamento de dados do Ministério da Pesca e do IBGE.

O presidente licenciado da Federação dos Pescadores do Maranhão, deputado estadual Edson Cunha de Araújo (PSB), é alvo de investigação da Polícia Federal por suspeitas de fraude. Entre maio de 2023 e maio de 2024, ele teria movimentado R$ 5,4 milhões da federação, segundo relatório do Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras).

Diante da escalada das fraudes, o governo federal anunciou uma série de mudanças no sistema de concessão do seguro-defeso. Desde janeiro, tornou-se obrigatória a validação biométrica para os novos registros, medida formalizada por decreto em 25 de junho. Além disso, uma medida provisória publicada em 11 de junho determina que as prefeituras deverão homologar os beneficiários.

O Ministério da Pesca informou que está adotando o cruzamento de dados com outras bases governamentais para reforçar os controles.

O Tribunal de Contas da União (TCU) também está conduzindo auditoria para calcular o montante exato dos pagamentos indevidos. As informações, por ora, seguem sob sigilo.

A atuação de intermediários e colônias de pescadores

A investigação da Polícia Federal indica que intermediários e lideranças de colônias de pescadores atuam como facilitadores do esquema. Eles cadastram pessoas que não exercem a pesca, muitas vezes com documentação forjada ou omitindo vínculos com outras atividades remuneradas.

Esses intermediários, segundo os relatos apurados, cobram comissões que variam de 30% a 50% do valor do benefício mensal. Em alguns casos, os próprios beneficiários não têm ciência de que foram incluídos em esquemas fraudulentos, sendo usados apenas como laranjas.

O envolvimento de federações
Federações estaduais de pescadores também estão na mira. Documentos apreendidos pela PF apontam o uso da estrutura sindical para validar cadastros fictícios, emitir declarações de atividade pesqueira falsas e pressionar servidores públicos para a liberação dos benefícios.

O prejuízo aos cofres públicos
De acordo com estimativas feitas por órgãos de controle, o desvio mensal no seguro-defeso pode alcançar até R$ 130 milhões. Em um ano, o montante supera R$ 1,5 bilhão — valor superior ao orçamento de diversos programas sociais legítimos.

JORNALISTA JOSINALDO SOARES 

REGISTRO:0001662/MA

 FONTE:BLOG DO JOHN CUTRIM 

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27/05/2025

DEPUTADA DENÚNCIA SUPOSTA FRAUDE ELEITORAL ENVOLVENDO USO DO CADÚNICO EM SANTA INÊS.

A deputada estadual Solange Almeida (PL) se pronunciou de forma contundente após vir à tona uma grave denúncia que envolve o prefeito de Santa Inês, Felipe dos Pneus (PP). Segundo informações divulgadas pelo site Werbeth Saraiva, o gestor teria se utilizado de dados do Cadastro Único para Programas Sociais (CadÚnico) com o objetivo de burlar o processo eleitoral durante sua campanha de reeleição.

A denúncia aponta que informações sensíveis de cidadãos inscritos no CadÚnico teriam sido acessadas e manipuladas de forma indevida para fins eleitoreiros, em clara afronta à legislação e ao princípio da lisura que deve nortear as disputas eleitorais. O uso de dados públicos de programas sociais para benefício político pode configurar crime eleitoral e também violação à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).

“É inadmissível que se use a vulnerabilidade das pessoas como moeda de troca política. O CadÚnico é um instrumento para garantir direitos sociais, não para ser explorado eleitoralmente”, afirmou a deputada Solange. Para ela, a denúncia precisa ser tratada com máxima seriedade pelos órgãos de controle e fiscalização, como o Ministério Público Eleitoral e a Justiça Eleitoral.

A parlamentar informou que já está tomando providências legais para solicitar investigação formal sobre o caso. “Não podemos permitir que esse tipo de prática continue impune. Vamos levar essa denúncia ao conhecimento das autoridades competentes para que os responsáveis sejam responsabilizados, se confirmadas as irregularidades”, completou.

Essa não é a primeira polêmica envolvendo o nome de Felipe dos Pneus. O prefeito já foi alvo de outras denúncias, incluindo o suposto uso de recursos públicos para financiar a disseminação de fake news durante o período eleitoral. Em uma dessas acusações, um empresário que teria atuado na campanha do prefeito relatou, em depoimento, que houve direcionamento de verbas para sustentar uma estrutura de desinformação nas redes sociais, com o objetivo de atacar adversários e manipular a opinião pública.

As novas acusações acendem um alerta não apenas para Santa Inês, mas para todo o estado do Maranhão, onde o uso político de programas sociais tem sido uma prática recorrente em algumas administrações municipais. A sociedade civil, segundo a deputada, também deve acompanhar de perto e cobrar transparência e justiça.

Enquanto isso, cresce a expectativa pela manifestação dos órgãos oficiais. Até o momento, Felipe dos Pneus ainda não se pronunciou publicamente sobre as novas denúncias. A população de Santa Inês aguarda explicações e providências que garantam a integridade do processo democrático no município.

JORNALISTA: JOSINALDO SOARES REGISTRO:0001662/MA

FONTE/BLOG A FONTE

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07/04/2025

DENÚNCIA/AMBULÂNCIA DE MONÇÃO É FRAGADA ESCONDIDA EM SÍTIO EM PINDARÉ-MIRIM.


Após quinze dias de questionamento pelos quatro cantos de monção, esta semana o mistério acabou sendo desvendado pelo blogdamucambo.

Um morador local, que não quis se identificar, flagrou a ambulância sem placa, segundo ele destinado ao atendimento público do município de monção, em um sítio localizada nos fundos do clube de festa em frente o quartel da policia militar do município de PINDARÉ-MIRIM 
“Por acaso eu estava passando, e levei um susto quando vi a ambulância do município de monção escondida  em um sítio aqui na cidade de Pindaré mirim, daí tive a ideia de fotografar e filmar pra que a mídia pudesse levar ao conhecimento das autoridades competentes”, relatou o denunciante anônimo ao blogdamucambo.com
VT.....

A partir da denúncia, os monçonense  cobram explicações da Prefeita Dr:Bárbara Nussrala Carvalho do
(PL) para o fato do veiculo publico se encontrar ‘escondido’. Cientes do caso, as autoridades e sociedade civil local devem levar o caso ao Ministério Público.
VT...

Me saliento a dizer o que essa ambulância faz escondida? sendo que a sua finalidade e socorrer pessoas e salvar vidas!!!!

A nossa equipe tentou fazer contato com a atual administração e com a secretária de saúde do município mais não obtivemos resposta alguma ate o fechamento dessa matéria.

                                                  JORNALISTA JOSINALDO SOARES
                                                             REGISTRO:0001662/MA





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22/03/2025

SERVIÇO MAL FEITO PELA PREFEITURA DEIXAM ESTRADA DO POVOADO PONTE INTRAFEGÁVEL DEVIDO AS FORTES CHUVAS.

As últimas chuvas que atingem presidente, vargas deixa o povoado ponte, intrafegável. A força da água das chuvas rompeu a estrada devido falta de mais boeiros, o excesso de água dificultam o tráfego pela estrada. 
Até mesmo os pedestres têm dificuldades para transitar por ela. Um sonho que se tornou realidade através da atual administração da prefeita Fabiana Mendes, ta se tornando um verdadeiro pesadelo na viada de seus moradores a dias estamos aqui ensolados e o poder público nada fez para recuperar o estrago feito pelas chuvas. 
O povoado que dá acesso a diversas localidades da zona rural, como boa hora, retiro, garrafão, morada nova e gaiolinha, dentre outras comunidades. Normalmente, o acesso para essas comunidades já é complicado e, devido às últimas chuvas, os moradores da zona ru­ral estão quase isolados.
Dificuldades Muitos motoristas de veículos pequenos e motos ficam receosos ao trafegar pela estrada com medo da água entrar no motor dos automóveis e motocicletas. O próprio moradores que andam pela via com dificuldades devido ao péssimo estado. 
Em um trecho da estrada, o barro colocado na recuperação da estrada não existe, dando lugar apenas crateras que ficam encobertas pela água. Se para os condutores de automóveis e motocicletas a passagem pela estrada é um transtorno, situação pior passam motociclistas, que inevitavelmente se sujam ao trafegar pela estrada. Transtornos maiores ainda passam as pessoas que têm de caminhar pela via.

A dona de casa Ma­ria Raimunda tem uma filha com dificuldades de locomoção e contou que diariamente enfrenta muitos problemas ao passar pelo local. Ela relatou ainda que, em dias de chuva, a travessia impossibilita-se. “Esse é um desrespeito com as pessoas. 

Quando chove, as pessoas não conseguem nem sair de suas casas. É muito triste”, disse. Dias atrás, uma criança se aproveitou das redes sociais para ver se comovia o coração de pedra da prefeita Fabiana Mendes, mas nem isso disse nada. O povo continua nessa situação insolados por Deus- até quando.

JORNALISTA JOSINALDO SOARES 
REGISTRO:0001662/MA

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